Ah...se um dia todo sentimento for exposto pela alma; Se toda verdade for dita num olhar; Se toda as palavras for escritas por amantes.

domingo, 15 de abril de 2012

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“Quero colo (...). Estou com medo tive um pesadelo”
Quem me conhece, e são mais ou menos... Ninguém! Sabe o que eu tenho por dentro. Difícil pra eu entender o que estou sentindo, é um misto de sensações e vontades. Ando confundindo sentimentos, fazendo burradas. Não sei mais qual é o rumo, a rua a percorrer. Está difícil até para quem tenta me ajudar. Não sei explicar, não tem definição. Eu estou! E é só isso. Estou prestando atenção em algumas pessoas e palavras. Escuto, leio e vejo tudo ao meu redor. Mudo e transmuto a todo instante. Estou pela primeira vez pedindo ajuda e não me dispondo a ajudar. Pesou. Pela primeira vez eu sinto de fato um peso. Eu já chorei, eu já gritei, eu já sorri, eu já bebi, eu já meditei. Nada adiantou, nada! O que eu quero nesse momento para ser mais exata é fugir de mim, de dentro! Não ouvir, não ver, não sentir. Ir para um lugar onde eu estivesse um colo me esperando. E ninguém para me perguntar nada, só me abraçar e me garantir que no final vai ficar tudo bem. Não adianta, eu já pedi eu já expliquei, mas ainda sim há quem tenha a certeza de que eu sou uma fortaleza. Não meus amores, eu não sou! Tenho a minha delicadeza, meus sentimentos, meus sonhos e minhas frustrações. Espero que a partir de agora, vocês respeitem tudo isso. Sei que não sou a gentileza em todos os momentos, grito, falo o que vem a minha cabeça. Agora imaginem vocês o quanto meu coração está em cacos. Da mesma forma que eu falo, eu também escuto. E dói duplamente, porque eu magoei uma pessoa que eu gosto, às vezes sem querer, e também ouvi o troco, merecido. Não me reconheço. Há alguns dias atrás estava tudo certo, de repente, tudo mudou. Não está nada certo. E eu já não tenho mais vontades. Qualquer ponto vira reticencias. Estou cansada de tentar justificar explicar, contar, cantar, atuar. Chocolate não resolve, deixou de ser apenas um fluxo hormonal e passou a ser de verdade. E para ser sincera, nem pra pedir ajudar eu sirvo, eu não sei fazer isso. Em uma palavra defino: Fraqueza!

terça-feira, 20 de março de 2012

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“Não temos música, não temos futuro, não guardo nada: Passado, presente, futuro!”

Hoje eu sinto que uma parte de mim esta indo embora. Estou sentindo sua falta sem ao menos já ter partido. Você foi sempre tão compreensivo comigo. Ajudou-me quando eu precisei. Sou grata a você. Acho que a gente banalizou o nosso carinho, o nosso amor. Vou sentir falta do teu abraço e do teu sorriso. Mas da ironia e da tua indiferença não. Foi decretada hoje a lei que diz que eu devo desistir de você, de tudo! Apesar de gostar tanto, não estou disposta a sofrer por nada. Você me perguntou se eu estava bem, eu te disse que não. Claro que você como o “adivinho” de nunca, disse que sabia. Pelo meu jeito, meus atos. Deixa eu te dizer uma coisa: Eu continuo mal. E olha você achando que eu estou bem. Discutir e se agredir virou rotina, são nossos hobbies.  Te disse um monte de coisas, te tratei mal. Claro que eu pedi desculpa algum dia. Mas entendo que ninguém é idiota. Enfim, você faz falta. Porém com o tempo a sua falta não vai ser notada. O importante agora é você saber que eu te respeito, acima de tudo!

domingo, 4 de março de 2012


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“Vem pra perto de mim. Faz o tempo parar. Faz tudo acontecer. Vou te fazer carinhos até o amanhecer.”
Impotência. Isso que eu sinto hoje. De não poder fazer nada por ti. De não saber como te ajudar, de que forma poderia ser útil. Sei que esses sentimentos não são nada. Apenas, uma grande tempestade que se fez a tua vida. Saber algumas das respostas das tuas perguntas e não poder falar me sufoca. Eu acho que estou lhe oferecendo algo a que muito tempo eu não oferecia a ninguém, uma parte de mim. Ainda que pequena, porém significativa.  Não posso afirmar nada agora.  Não tenho certeza de nada. Só sinto medo. De mim, de você. De tudo. Estou tentando negar à cabeça que você representaria algo; antes que chegue ao coração que de tão bobo aceite sem questionamento. Sempre me dei melhor com o cérebro do que com coração. Gosto do que questiona e me convence. Não do que aceita e assume sem nenhum aviso prévio a dor e a próxima decepção.  Enfim, do tudo que eu poderia fazer, o nada ainda impera.